terça-feira, 15 de março de 2016

MAFERSA

A  Material Ferroviário S/A foi uma indústria brasileira de material ferroviário.
História
Início e expansão (1944–1960)
A Mafersa foi fundada em 31 de janeiro de 1944 pelo empresário Lauro Parente e seu grupo familiar. Durante esse período fabrica rodas e eixos para as ferrovias nacionais. Devido à sua localização às margens da então São Paulo Railway, vendia rodas, eixos e vagões de carga para essa ferrovia.
Devido a boa capacitação da companhia, eles obtiveram um importante contrato de transferência de tecnologia com a The Budd Company, sendo a Mafersa a primeira companhia industrial da América Latina a produzir carros em aço inoxidável. No mesmo ano é inaugurada a filial deCaçapava, responsável pela fabricação de truques, eixos, rodas e engates.
No entanto, nos anos 1950, a indústria automobilística se instalava com mais força no Brasil e o transporte rodoviário ganhava incentivos do governo. Esta situação começou a ser sentida pelas companhias ferroviárias a partir dos anos 1960. Os investimentos em trilhos caíram e a Mafersa, como outras empresas, enfrentavam dificuldades.
Estatização e auge (1964 – 1980)
Pouco antes do golpe militar de 1964 a Mafersa é estatizada devido a falta de recebimentos e de novos pedidos do governo, até então seu maior cliente. Foi nessa epoca que se iniciou a produção de carros de passageiros  série 800(baseados na série Pioneer III da Budd) para a Estrada de Ferro Sorocabana e Estrada de Ferro Araraquara. Em 1968 são fabricados TUE’s para a EFSJ baseados na série Pioneer III da Budd.
Na década de 1970, a Mafersa teve o seu auge, fabricando TUE’s para o Metrô de São Paulo em 1972 (sob licença Budd),Metrô do Rio (em consórcio com a Villares, 1978), para a RFFSA entre 1976 e 1978, e para a Fepasa (em consórcio com a Villares, ACEC e Sorefame, 1980).
Declínio e produção de ônibus (anos 80)
Durante a década de 1980 a Mafersa sofre um duro golpe com a falência da The Budd Company, sendo que fica impedida de fabricar trens utilizando os métodos da empresa americana. Sua última encomenda utilizando esse processo foram os TUE’s 700 para a RFFSA, fabricados entre 1983 e 1987. Houve uma tentativa de utilizar um processo de fabricação francês (sob licença Francorail), mas o único projeto que a Mafersa utilizou esse processo foram as frotas C e D do metrô de São Paulo (construída em conjunto com a Cobrasma).
Além disso, crises econômicas impedem o governo brasileiro (que respondia pela maioria de suas encomendas) de adquirir novos trens, o que obriga a Mafersa (e sua concorrente Cobrasma) a iniciar a fabricação de ônibus e trólebus em 1985 como um meio de diversificar seus produtos para fugir da crise econômica. Praticamente ninguém mais aplicava em ferrovia. A inflação e o desemprego nesta época não só afetavam o bolso dos trabalhadores, como do próprio governo, que ainda era o maior investidor em sistemas de trilhos.
O ônibus M-210 era Monobloco, ou seja, a carroceria e o chassi formavam um mesmo conjunto. O motor era o Cummins 6CT8.3 210, o mesmo que equipava o caminhão Volkswagen 14.210 . A transmissão era ZF S 6-90  e o eixo de tração era feito pela Mafersa, com tecnologia licenciada da Europa.
A empresa foi uma das pioneiras na aplicação de freio ABS e controle de estabilidade em ônibus urbanos.
Posteriormente, outra versão mais sofisticada era o M 240 com opção de transmissão automática Alisson, com mais potência e conforto para motorista e passageiros.
Os ônibus e trólebus da Mafersa começaram a ganhar o mercado tanto pelo crescimento do setor de transportes urbanos e metropolitanos, como também pela credibilidade que tinham as marcas Mafersa e Cummins.
Ambas empresas que atuavam em parceria começaram a utilizar a reputação que tinham no mercado e a boa aceitação dos empresários como estratégia de negócios.
Uma propaganda da Cummins, por exemplo, trazia o depoimento do empresário Alfredo Willy Isaak, fundador da Leblon Transporte de Passageiros, que comprou 28 Mafersa e com os veículos ligava os municípios de Curitiba e Fazenda Rio Grande, no Paraná.
Na propaganda, a Cummins fazia questão de trazer o depoimento empresário dizendo que depois de 400 mil quilômetros rodados os motores dos ônibus não tiveram de ser abertos para passar por retífica.
No entanto, os ônibus da Mafersa começaram a apresentar alguns problemas, principalmente quando circulavam fora de corredores. De acordo com o site Caminhão Antigo Brasileiro, havia problemas com a ingestão de poeira por causa da inadequada tomada de ar de admissão e também o desgaste excessivo no mancal de encosto do virabrequim.
Os problemas começaram a ser corrigidos no início dos anos de 1990. Para se ter uma ideia, foram feitos testes na rodovia Mogi-Bertioga como relata um dos participantes do site, Evandro Fullin.
“À volta de 1992, no papel de engenheiro de aplicações da citada casa norte-americana de motores diesel, este que aqui escreve teve o prazer de trabalhar em vários desenvolvimentos do M210 e do M240, tendo inclusive participado de um memorável teste de “cooling” (arrefecimento) na serra da Rodovia Mogi-Bertioga, SP-098, ocasião em que dois Mafersa foram acoplados por um cambão, de modo a simular carga no veículo anterior do comboio.”
Diversos sistemas de São Paulo e de outros estados já contavam com ônibus da Mafersa, que marcaram, por exemplo, as operações do Corredor Metropolitano ABD, ligando o ABC Paulista às Zona Sul e Leste da capital.
A Mafersa também ganhou mercado em trólebus. Entre 1986 e 1988, em parceria com a Villares, a empresa, por exemplo, forneceu 78 trólebus para a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos, a maior parte que operou na região de Santo Amaro, na zona Sul.
Em 1987, a Mafersa desenvolveu um protótipo de trólebus articulado, que chegou a ser testado no Corredor ABD, hoje operado pela Metra.
Em 1988, ainda forneceu seis trólebus para a CSTC, que era a Companhia Santista de Transporte Coletivo, empresa pública.
Os veículos operam pela Viação Piracicabana em uma linha histórica de Santos, mas a prefeitura já assinou decreto para que passem a integrar o patrimônio público.
No início dos anos de 1990, a Mafersa transferiu sua produção de ônibus diesel para a unidade de Contagem, em Minas Gerais, e lança a Série S de ônibus, com design mais moderno e algumas diferenciações na parte mecânica.
A produção inicial na unidade de Contagem era de 30 ônibus por mês. Em 1993, a Mafersa tinha aproximadamente mil veículos de transporte coletivo sobre pneus rodando no País.
Foi na fábrica de Contagem que a Mafersa produziu não apenas ônibus Monoblocos, mas também chassis e plataformas para receberem carrocerias de outras empresas. Com o início da produção na cidade mineira a empresa lançou o M 210 S com câmbio manual. Já o M 240 S tinha câmbio automático.
A empresa também atuou na fabricação de chassis para ônibus articulados. Foi o M-290, com motor Cummins de 290 cavalos. O ônibus não teve a mesma aceitação dos seus antecessores pelo fato de a Mafersa já estar caminhando para o seu final por causa da crise econômica e no setor ferroviário. Algumas empresas de ônibus chegaram a circular com o M-290, como a Viação Januária (encurtado, depois desativado e desmanchado pela empresa), em Mauá, na Grande São Paulo, cuja unidade foi encarroçada pela Ciferal (adquirida pela Marcopolo em Julho de 1999).
A Mafersa também apresentou ao mercado, sem grande sucesso, o modelo de ônibus rodoviário MR1-320 que foi um protótipo, no entanto, não houve tempo para comercialização em linha, já que a empresa entrava em declínio.
A Leblon Transporte de Passageiros, a mesma que apareceu na propaganda da Cummins, tinha uma divisão de ônibus de fretamento e chegou a operar em Fazenda Rio Grande e em Curitiba com uma unidade do Mafersa rodoviário.
Privatização e falência (anos 90)
No início dos anos 90 a Mafersa fabrica trens para o metrô de Brasília, com novo processo de fabricação (já utilizado nos trens do metrô Rio). Na mesma época a Mafersa faz parceria com a empresa norte americana Morrison-Knudsen Co.. Essa parceria resulta na fabricação de 256 caixas para TUE's de aço inox para o metrô de Chicago (3200-series), 38 carros de passageiros (chamados nos EUA de Mafersa Coaches) para a Virginia Railway Express.
Em 11 de novembro de 1991 a empresa é privatizada sendo que a Refer (associação dos funcionários da Rede Ferroviária Federal) adquiriu o controle acionário com 90% das ações. Em 1994 o consórcio Morrison-Knudsen Co. / Mafersa vence licitação nos EUA que prevê a fabricação de carros de 2 andares para a Caltrans nos EUA. O contrato é cancelado em 1995 com a falência da Morrison-Knudsen Co., detentora do contrato nos EUA.
No início dessa década o governo brasileiro não faz nenhuma encomenda de trens o que leva a empresa à nova crise que atingiu o seu ápice em 1995, com a falência da parceira Morrison-Knudsen Co., com a fábrica parando a produção por três meses sendo vendida ao Clube de Investimentos dos Funcionários. No fim desse ano os 1.820 empregados foram demitidos e a dívida da Mafersa atingia R$ 2,6 milhões. A fabrica foi reaberta em 1996 com 360 funcionários e recebeu apenas encomendas de reformas, tendo reformado a antiga série 101 da EFSJ (que agora pertence à CPTM).
A filial de Caçapava atinge a marca de 2 milhões de rodas produzidas em 21 de agosto de 1998.
A matriz industrial no bairro da Lapa em São Paulo foi adquirida pela multinacional francesa Alstom em 1997. Em maio de 1999, a empresa transferiu a tecnologia e os direitos de uso da marca Mafersa à MWL Brasil Rodas e Eixos (formada por ex-funcionários da Mafersa), atualmente propriedade da alemã German GMH Group.
A Mafersa foi um marco na história dos transportes do Brasil. Apesar de fabricar por menos de 10 anos os ônibus, também trouxe importantes contribuições para este meio nas ruas e avenidas das principais cidades do país. A  exemplo de outra fabricante ferroviária, Cobrasma, os ônibus uniam a praticidade do transporte sobre pneus incorporando elementos de qualidade dos transportes ferroviários.
As linhas de desenho, as soluções de ergonomia e a durabilidade da carroceria tinham padrões até então pouco vistos na indústria de ônibus brasileira.
Ao lado dos trólebus da Cobrasma e do Monobloco Urbano O-371, da Mercedes Benz, os ônibus da Mafersa realmente representavam inovações na mobilidade urbana. Algumas foram seguidas, outras, por questões de custos, dispensadas.
Produtos:
Trem Unidade Elétrico:
  • Série 101 (EFSJ)
  • Série 401 (RFFSA)
  • Série 431 (RFFSA)
  • Série 700 (RFFSA
  • TUE Mafersa 5500 (FEPASA)
  • TUE Budd Mafersa Pioneer III (EFSJ)
Carros de passageiros:
  • Série 800 (EFS, EFA)
  • Mafersa Coaches (Virginia Railway Express)
  • Mafersa Double 8000 (Caltrans, contrato cancelado em 1998)
Metropolitano:
  • Frota A (Metrô de São Paulo)
  • Frota D (Metrô de São Paulo)
  • Série 110 (Metrô do Rio de Janeiro)
  • Série 1100 (Metrô de Brasília)
  • Série 3200 (Metrô de Chicago)
Ônibus e trólebus:
A Mafersa iniciou a produção de ônibus e Trólebus em 1985 , tendo encerrado sua produção em 1994.
Urbanos:
  • MAFERSA M-210 CUMMINS PADRON TURBO diesel
  • MAFERSA M-210 VILLARES (SISTEMA TRÓLEBUS)
  • MAFERSA M-240 CUMMINS PADRON
  • MAFERSA M-290-CUMMINS A
Rodoviários:
  • Mafersa R1-320 Cummins – Protótipo
FONTE: https://pt.wikipedia.org




segunda-feira, 14 de março de 2016

TRANSPORTES SANTA MARIA












Tradicional empresa de fretamento e turismo da Grande São Paulo, a Santa Maria nasceu em São Bernardo do campo, em 1970.
Atuando no transporte de pessoas, seja para lazer ou trabalho, tendo como princípio básico oferecer o melhor ao cliente, buscando o aprimoramento contínuo de modo a atender todas as necessidades em conforto e eficiência.
a idade média da frota, gira em torno de dois anos, ela é considerada a mais baixa do mercado brasileiro.
sede administrativa, garagem e oficina estão no mesmo local para onde se mudaram apenas quatro anos após a fundação. Dispõem hoje de uma área útil de aproximadamente 5.000 m², e contando também com mais dois pontos de apoio, um em Ribeirão pires e outro em Mauá, ambos na Grande São Paulo, que é utilizado para estacionamento, lavagem externa e limpeza interna dos ônibus que servem a região.
Fonte:www.santamariatransporte.com.br

PÁSSARO TURISMO









Fundada em 07 de Maio de 1984 na cidade de Sorocaba, a empresa PÁSSARO nasceu de um ideal, de um sonho, o qual, pouco a pouco, com muito esforço, foi se concretizando, tornando realidade.
Ocupando uma área de 11.000 m2, a PÁSSARO conta, atualmente, com uma grande infra-estrutura e com uma frota que soma em mais de 50 veículos, atendendo a inúmeras multinacionais e empresas nacionais de Sorocaba e região, com garagem em Sorocaba e Itu.
Antes de sua fundação, era assunto de conversas diárias entre amigos, motoristas de caminhões que idealizavam a abertura de uma sociedade. No entanto, como não tinham muita experiência no negócio com os ônibus, pretendiam continuar trabalhando com os caminhões. O Sr. Anidilsio, "Ani", como é conhecido entre os amigos, trabalhou durante 15 anos como motorista de caminhão na extinta Eletro Radio Bráz e tinha vontade de abrir uma empresa de ônibus.
Os amigos chegaram a convidá-lo para fazer parte de uma sociedade, mas diziam que continuariam no ramo de caminhões, pois era o que já conheciam e como empresa de ônibus eles achavam mais complexo. Assim que se desligou da empresa, o Sr. Ani adquiriu 2 caminhões. Posteriormente, adquiriu o seu 1º ônibus, um Mercedes Bens, modelo O 352. Com grandes dificuldades começou ir à capital paulista, a fim de formalizar toda a documentação, pois algumas pessoas que já eram do ramo, não davam informações corretas, sendo assim, ia e vinha para São Paulo, no DER, EMBRATUR e todos os outros órgãos, a fim de legalizar a empresa que ele queria batizar de PÁSSARO TUR TRANSPORTES LTDA.
Para concretizar seu sonho necessitava de um sócio, o qual logo encontrou, tendo este comprado mais dois veículos, e o Sr. Ani mais um , permanecendo este sócio por alguns anos, sendo desligado da empresa e em seu lugar assumindo assim a Sra. Nadir, sua esposa.
Fonte: http://www.passaroturismo.com.br

sábado, 12 de março de 2016

CMTC


















CMTC é a sigla para Companhia Municipal de Transportes Coletivos, empresa que foi responsável pela operação e fiscalização do transporte feito por ônibus na cidade de São Paulo até o ano de 1995, quando foi extinta na gestão Paulo Maluf (1993 a 1997).
História 1946-1968
A Companhia Municipal de Transportes Coletivos foi criada em 1946 sob o Decreto-Lei Municipal número 365 de 10 de outubro, que constituia a uma empresa de prestação de serviços de transporte público na cidade de São Paulo no prazo de 30 anos . No ano seguinte, em 12 de março, a prefeitura transfere o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited (então responsável pelo transportes coletivos na cidade) para a companhia. A Transferência do patrimônio só se oficializou em 1 de julho inciando as operações da CMTC.
Durante esse período, a CMTC implanta um sistema de trólebus importados dos Estados Unidos da América e Inglaterra colocando em funcionamento a linha São Bento-Aclimação. Também são importados uma frota de 200 ônibus Twin Coach e um sistema de linhas de bondes setoriais começa a ser implantado com itinerários que não circulam pelo centro da cidade. A empresa tem 90% de sua frota operada em São Paulo.
A CMTC também é a responsável pela fabricação do primeiro trólebus brasileiro. Em 1968, o sistema de bondes em São Paulo é desativado depois de 96 anos de funcionamento.
1975-1994
O Metrô começa a ser operado na cidade em 1975, e a CMTC detém apenas 14% da frota. Em 1977, um decreto municipal divide a cidade por 23 áreas de operação na qual empresas particulares contratados pela companhia ficariam encarregadas pelo transporte coletivo enquanto as linhas circulares e diametrais passam a ser exclusividade da CMTC.
Nos anos 80, a CMTC implanta o sistema de tranferência ônibus-trólebus construíndo o terminal da Penha e Vila Prudente. A empresa também implanta o integração ônibus-ferrovia, entre a linha Pinheiros-Largo São Francisco, da CMTC, e os trens metropolitanos da Fepasa. mais a CMTC rodando pela Cidade Tiradentes na zona leste está andando pelo caminho para o Guaianazes, Terminal São Mateus, Praça Princesa Isabel e o Parque Dom Pedro II e também o Metrô de São Paulo com Itaquera, Guilhermina-Esperança, Penha, Tatuapé e Paraíso.
Em 1 de janeiro de 1991, é assinada a Lei Municipal 10.950, que determina a substituição da frota de ônibus a diesel por ônibus movidos a gás natural no prazo de 10 anos. Em junho do mesmo ano entra em operação a primeira linha com entrada pela porta dianteira: 805A-Circular Avenidas. Em 25 de Julho do mesmo ano, é oficializada a municipalização dos transportes coletivos de acordo com a lei número 11.037 aprovada pela Câmara Municipal .
Em 1993, a CMTC ganha nova administração, porém suas condições junto com o sistema municipalizado se encontravam precárias. O número de passageiros transportados volta a ter um peso significativo na remuneração das empresas contratadas e a primeira fase de privatização das áreas de operação e manutenção da CMTC é iniciada. Através de três processos de licitação são transferidas a operação de garagens e frota pública.
No ano seguinte, o transporte coletivo de São Paulo passa a ser operado por 47 empresas privadas. A CMTC é desativada em 8 de março de 1995, sendo substituída pela SPTrans na gestão do transporte coletivo da cidade .
Ficheiro:CMTC
CMTC
Frotas Antigos de Veiculos da CMTCTrolebus Pullman Westinghouse (1947) - 107P - Mandaqui - Pinheiros
  • Trólebus BUT (1947) - 107T - Tucuruvi - Pinheiros
  • Trólebus Westram Ward LaFrance Siemens (1952) - 702P - Pinheiros - Largo do São José do Belém
  • Trólebus ACF Brill G.E. (1947 - 1948) - 1428 - Santa Terezinha - Casper Libéro
  • Trólebus Metropolitana Westram Siemens/Villares, Fabricado pela própria CMTC (1961 - 1969) - 4112 - Santa Margarida Maria - Praça da República
  • Trólebus Metropolitana GMC-ODC Siemens/Villares Fabricado pela própria CMTC (1961 - 1969) - 4113 - Gentil de Moura - Praça da Sé
  • Trólebus Magirus-Deutz Striulli, Veículo a diesel convertido em trólebus pela própria CMTC (1969) - 1301 - Parque Peruche - Casper Libéro
  • Trólebus Caio Amélia Articulado Volvo B58 Vilares (1986) - 775T - Pinheiros - Metrô Santa Cruz
  • Ciferal Alvorada Volvo B58 (1981) - 234A - Jardim Helena - Ceret
  • Trólebus Ciferal Amazonas Scania Powertronics BR 116 (1978 - 1982) - 2290 - Terminal São Mateus - Praça Clóvis
  • Mafersa Monobloco (1985) - 5318 - Chácara Santana - Metrô Anhangabaú
  • Mafersa Trolebus Monobloco Vilares (1985) - 6500 - Terminal Santo Amaro - Praça da Bandeira
  • Marcopolo San Remo Scania BR-116 Trolebus Powertronics BR-116 (1982- 1983) - 3160 - Terminal Vila Prudente - Praça João Mendes
  • Marcopolo Torino San Remo Scania Powertronics Trolebus Articualdo BR 116-113 8001 (1985) - 2291 - Terminal São Mateus - Praça da República
  • Marcopolo Torino Scania 113 (1983) - 3390 - Terminal São Mateus - Parque Dom Pedro II
  • Marcopolo Torino Scania LN 113 (1988) - 9300 - Terminal Casa Verde - Praça da Sé
  • Caio Bela Vista Volvo B58 Articulado (1981) 5100 - Pinheiros - Praça da Sé
  • Caio Gabriela Scania 113 Articulado (1979) - 5323 - Capão Redondo - Metrô Anhangabaú
  • Caio Amélia Mercedes-Benz Monobloco OF-1113 (1983) - 675R - Grajaú - Metrô Jabaquara
  • Caio Amélia Mercedes-Benz OF-1318 (1983) - 675M - Centro Campestre do SESC - Metrô Jabaquara
  • Caio Amélia Volvo B58 (1983) - 253F - Terminal São Mateus - Terminal A. E. Carvalho
  • Caio Amélia Volvo B58 (1983) - 3783 - Cidade Castro Alves - Metrô Itaquera
  • Caio Amélia Volvo B58 Articulado (1984) - 3686 - Jardim São Paulo - Praça Clóvis
  • Caio Amélia Volvo Vilares Trolebus Articulado 8000 (1984) - 6503 - Expresso Nove de Julho - Praça da Bandeira
  • Caio Vitoria Volvo B58 Articulado (1990) - 3391 - Terminal São Mateus - Largo do Cambuci
  • Caio Vitoria Volvo B58 Articulado (1991) - 6500 - Terminal Santo Amaro - Praça da Bandeira
  • Caio Vitoria Scania LN 113 (1988) - 3141 - Terminal São Mateus - Parque Dom Pedro II
  • Caio Vitoria Mercedes-Benz OF-1318 (1990) - 3789 - Cidade Tiradentes - Metrô Itaquera
  • Thamco Aguia Mercedes-Benz Monobloco 0364 (1985) - 3070 - Jardim Limoeiro - Terminal São Mateus
  • Thamco Aguia Mercedes-Benz Monobloco Executivo (1987) - 3310 - Cidade Tiradentes - Praça da República
  • Thamco Oda Scania Double-Decker Fofão (1985) - 5111 - Terminal Santo Amaro - Praça da Sé
  • Condor Mercedes-Bens OF-1318 (1984) - 3060 - Jardim Santo André - Terminal São Mateus
  • Mercedes-Benz Monobloco 0364 (1974) - 5175 - Jardim Míriam - Praça da Sé
  • Mercedes-Benz Monobloco 0364 (1975) - 3065 - Cidade Tiradentes - Terminal São Mateus
  • Mercedes-Benz Monobloco 0365 (1981) - 3320 - Cidade Tiradentes - Metrô Tatuapé
  • Mercedes-Benz Monobloco 0365 (1982) - 3781 - Cidade Tiradentes - Metrô Penha
  • Mercedes-Bens Monobloco 0365 (1987) - 374J - Terminal Vila Carrão - Metrô São Judas
  • Mercedes-Benz Monobloco 0365 (1988) - 364P - Jardim Itapólis - Sacomã
  • Mercedes-Benz Monobloco 0365 (1989) - 477A - Sacomã - Pinheiros

Garagem
Sigla
Lote
Aclimação
GAC
50
Araguaia (Pari)
GAR
51
Barra Funda
GBF
52
Brás
GBR
53
Catumbi
GCA
54
Jabaquara
GJA
55
Leopoldina
GLE
56
Santo Amaro
GSA
57
São Miguel
GSM
58
Santa Rita (Pari)
GSR
59
Tatuapé
GTA
60


A história do Chevrolet D60.

  https://youtu.be/r-LEOA3ukfU?si=vOKOpglJUILQWhTy